Quem somos nós

Em fevereiro de 2012, após um evento literário na livraria Fnac do Barrashopping no Rio de Janeiro, os escritores Felipe Dias e Kiko Riaze se incomodaram ao perceber que muitos artistas talentosos têm dificuldade de mostrar o seu trabalho por serem considerados marginais ao fugir de certos padrões da cultura dita “oficial”. A partir daí começaram a pensar num movimento que desse voz a estes artistas incompreendidos e os aproximasse do público para acabar de vez com o preconceito e a caretice instituída.  Nasceu, então, Os SubVersos!

E por que esse nome?

Subverso é uma palavra que oficialmente não consta nos dicionários. Na verdade é uma invenção que remete a outros significados.

O prefixo “sub” refere-se a algo que está por baixo. Mas, no nosso caso, não no sentido de inferioridade e, sim, como ideia de algo (ou impulso) que sustenta a base. É o alicerce, fundação/fundamento que sustenta uma obra. Ou seja, é a (ins)piração do criador.

A segunda possível interpretação refere-se à palavra subversivo, ou seja, aquele que subverte a ordem estabelecida. O ideal do subversivo é fazer ruir estruturas, paradigmas, conceitos e preconceitos. Revolucionar antigos ideais já obsoletos.

Também pode ter a conotação de underground, já que nossos criadores muitas vezes frequentam o “submundo” para idealizarem suas criações.

Por fim, temos a ideia de verso, ou melhor, de um verso do “submundo”, um verso subversivo. Porque acreditamos que a arte é, antes de tudo, uma poderosa arma para a nossa revolução.

Os Subversos

“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás.”

(Che Guevara)

os produtores Kiko Riaze e Felipe Dias